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Desenvolvimento: saiba que todas as emoções são positivas!

Talvez você já se perguntou qual a necessidade de sentir raiva, medo ou tristeza? Imaginou que seria muito bom se tivesse somente os sentimentos de alegria, amor, calma , paz e que sem os sentimentos ruins a vida seria mais colorida sem sofrimentos?

Eu sou Katia e neste artigo eu te explico que você pode perceber coisas positivas nas emoções que considera negativas como medo, raiva, tristeza e culpa e viver mais plenamente e mas que isto quer saber todas as emoções são positivas.

Quando que você não assume que todas as emoções são partes de você, do seu eu, e que fazem parte da vida de todos nos, você as rejeita e pode estar se tornando refém delas.

Vou te dar três dicas de como aprender a lidar com estas emoções que considera negativas, perceber sua importância e tirar proveito delas.

A primeira dica é se autorizar a sentir. Não adianta guardar suas emoções como se elas pudessem ser trancadas em uma caixa. Sentimentos e emoções guardadas podem acumular e se transformar em algo pior, entrar em ebulição na hora que menos esperamos.

As vezes explodimos por algo que parece insignificante mas talvez seja a gota da água que estava faltando para transbordar o copo. Muitas vezes nos deparamos com colegas de trabalho muito calmos que repentinamente tem um ataque de fúria, ficando irreconhecível e achamos que por ser calmo não tinha o sentimento da raiva.

Rotulamos as pessoas de calmas, coléricas, tristes, alegres como se elas não tivesses todos os sentimentos presentes. Sim, todas os emoções estão presentes e fazem parte do nosso reportório, até como meio de preservar a vida.

Quantas vezes negamos nossos sentimentos, tentamos os abafar, não queremos os sentir, principalmente por não sabermos o que fazer com eles? Ficam ali guardados somente esperando a hora de aparecer.

Pergunto para você: não está na hora de se autorizar a sentir um pouco de medo, raiva, tristeza, culpa? Parar de agir como estes sentimentos fossem uma doença? Entenda que quanto mais você tentar os colocar para baixo do tapete, mais eles irão crescer e então está formado o problema, pois as emoções aparecem como visitas indesejáveis, que do nada surgem e não sabemos o que fazer com elas.

Ao se permitir, perceba o que você realmente está sentindo e entenda que cada sentimento se manifesta de forma diferente. Muitas vezes ficamos confusos, apenas com sinais físicos que as emoções nos causam e sem saber o que estamos sentindo. A segunda dica é buscar entender cada sentimento.

Então vamos falar um pouco dos sentimentos que você não gosta

– Tristeza se mostra como um quadro de desamino, desilusão , melancolia , solidão;
– Raiva é irritação, frustração frente algo que não queremos , que não conseguimos realizar ou diante de alguma situação que consideramos uma injustiça;
– Medo se manifesta através do nervosismo, insegurança vergonha;
– Culpa é quando nos sentimos errados, que estamos em divida com alguém ou algo;

Estes sentimentos sempre estão querendo dizer algo a você, perceba quais são seus pensamentos e o que está acontecendo na sua vida.

Talvez seu entendimento é de que medo é para os fracos, raiva é para pessoas ruins e culpa é para aqueles de condutas incorretas. Você acredita mesmo que para ser perfeito não terá que sentir o que considera negativo?

A terceira dica é perceber o lado bom de cada um dos sentimentos:

A tristeza nos convida a reflexão, ao aprendizado com os próprios erros, o cuidado com si mesmo, a trabalhar nossas perdas.

A raiva nos permite impor limites, fazer com que as pessoas respeitem nossa individualidade, opiniões, sentimentos.

O Medo permite que possamos reagir em uma situação de perigo com a prudência necessária, a nos preparar, a ter cautela. Uma dose certa do medo te impulsiona a conseguir coisas que considerava impossíveis.

A culpa faz você perceber o mundo que te cerca, faz você cumprir normas, regras e ter limites.

Enfim, cada emoção na dose certa te ajuda a ser uma pessoa mais conectada e plena, pode ser tua aliada, que tal começar a agir assim da para frente.

Um abraço,

Katia Demeneck.