Pequenas e médias empresas podem ter um RH estratégico?
Atividades operacionais e atuação estratégica: é possível conciliá-las e ter um RH de resultado?

RH estratégico com baixo investimento é possível?

A questão é um tanto complexa, porque o que pode ser pouco investimento para algumas empresas para outras pode fazer toda diferença.

A dica que dou é que este valor seja analisado em percentual em relação ao faturamento da empresa e não em valores monetários determinados.

O percentual definido em orçamento para gestão do capital humano deve permitir que o valor de salários fique na média de mercado, dispor de benefícios atrativos, orçamento para treinamentos de forma continuada, automação dos processos administrativos de RH, equipe qualificada, entre outros.

Não tem como assegurar a retenção, manutenção e desenvolvimento das pessoas sem uma estrutura adequada que leve em consideração os desafios da organização, práticas de mercado e investimentos em programas e projetos de RH. Até porque os processos de RH estão exigindo cada vez mais agilidade de detalhamento de informações, a equipe de RH precisa estar cada vez mais qualificada porque existe complexidade de processos, respostas a serem dadas para lideranças, diretores, ambiente e mercado cada vez mais voláteis.

Por outro lado, não adianta fazer investimentos somente por fazer, como por exemplo implantar um sofisticado processo de avaliação de desempenho e depois deixar de lado. É preciso ter cuidado com o dinheiro da empresa, ele precisa ser bem investido, por isto a necessidade de priorizar, mensurar e alinhar as demandas.

Somente os investimentos avaliados como bem aplicados darão credibilidade para equipe de RH e fará com que novos investimentos sejam feitos. Então, vale a dica de que é preciso ter investimentos adequados ao porte da organização, desafios estratégicos e de acordo com a visão de valorização do capital humano.

Espero ter contribuído! Nos encontramos nos próximos artigos, até lá!

Um abraço,

Katia Demeneck.