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Crenças limitantes: livre-se delas!

Nossas crenças são construídas a partir da nossa história de vida, do convívio com as pessoas significativas para nós como nossos pais, professores e familiares, além das experiências vividas e dos significados que vamos atribuindo a elas.

Assim, o que difere as crenças entre duas irmãs de uma mesma família, frequentadoras da mesma classe da escola, com amigos em comum e impactadas pelas mesmas situações cotidianas é o sistema interior, totalmente personalizado e com muitas diferenças de uma pessoa para outra.

As crenças influenciam diretamente na visão que temos sobre família, relacionamentos, dinheiro, trabalho, poder, sucesso, felicidade entre outras áreas da vida. Se formam a partir das repetições das situações e generalizações existentes tanto para o lado positivo quanto para o lado negativo. As crenças positivas são aquelas que nos impulsionam a crescer, buscar felicidade estar de bem com a vida.

Porém, é bem comum termos crenças negativas, também limitantes que nos sabotam e nos deixam tristes. Exemplos de situações que nos desencorajam, como acreditar que todos os pais serão agressivos se seu pai for um homem agressivo ou que de todos os relacionamentos amorosos serão um desastre se os relacionamentos que teve no passado foram ruins. Mas estas crenças não são negativas por si só, já que são condições estruturantes da vida psíquica e emocional.

É preciso descobrir em você quais crenças te limitam e se reconstruir, pois tudo que foi construído um dia pode ser desconstruído em busca de melhorias. É importante perceber também que as nossas crenças têm prazo de validade e aquilo que foi certo e bom por um tempo pode não valer mais.

Há a fábula conhecida de que Dona Emília cozinhava para fazer o almoço de domingo na companhia da filha Luísa, que a observava com muita atenção. Ao cortar a cabeça de um peixe e colocar na frigideira a menina questionada sobre a necessidade de cortar a cabeça do peixe para a fritura, sendo que talvez seria possível colocar o peixe inteiro. Dona Emília diz não saber o motivo de cortar a cabeça, fazendo apenas da mesma maneira que havia aprendido com a sua mãe, avó de Luísa. Sem estar convencida, durante uma visita à avó, Luísa a questionou sobre a necessidade de cortar a cabeça do peixe para a fritura e teve como resposta a necessidade do corte devido a avó ter uma única frigideira muito pequena. Sorrindo a menina lembrou do grande tamanho da frigideira da mãe e da certeza de que o peixe caberia inteiro.

Como na fábula, nossas crenças têm base naqueles padrões e direcionamentos que damos a nós mesmo no modo de pensar, sentir e agir. Vale refletir: quais são as suas crenças limitantes?

O que você tem feito que já passou seu prazo de validade? Você é resultado das suas crenças e se não está gostando do resultado da sua vida, tente mudar suas crenças.

Um abraço,

Katia Demeneck